Mostrar mensagens com a etiqueta Antipessoano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Antipessoano. Mostrar todas as mensagens
domingo, fevereiro 13
Daí não gostar de Ricardo Reis
Descobri que me sinto intensamente incomodado pela apatia e pela passividade.
Etiquetas:
Antipessoano,
Cacetadas,
Enfim,
Resmunguice
segunda-feira, fevereiro 7
Toma toma toma foguetinhos!
Saramago: Recebeu o Nobel da Literatura.
Camões: O dia da sua morte é feriado nacional.
Pessoa: ...
Camões: O dia da sua morte é feriado nacional.
Pessoa: ...
domingo, fevereiro 6
Tenho uma dúvida...
Um texto assim:
"Fernando Pessoa era, de facto, um poeta maravilhoso, provavelmente o melhor poeta de todos os tempos, e só isso explica o facto de se ter dado a tantas liberdades literárias, cada uma delas tida como melhor e mais espectacular que a anterior, por menos qualidade que tivessem [...]"
Levaria entre 17 e 20 sem ser preciso uma leitura muito profunda.
Já um assim:
"Fernando Pessoa nunca foi um grande poeta. Inventava amigos imaginários, com quem conversava e a quem dava vidas completas, e as pessoas achavam graça. Só isso explica o facto de se ter dado a tantas liberdades literárias, cada uma delas tida como melhor e mais espectacular que a anterior, por menos qualidade que tivessem [...]"
Apanhava com no máximo um 14, se não fosse enviado para trás, com rasgadas críticas a ocupar as margens da folha.
Porquê?
sábado, fevereiro 5
Sobre Ricardo Reis
Ele era um panhonha
Que escrevia poesia
E que não tinha fronha
Porque não existia.
Nem não nem sim
De jeito nada saía
Dizia que nim
Porque não existia.
O pai era louco
Mãe, não havia
Irmãs tampouco
Porque ele não existia.
Mas tinha um irmão!
Que pouco dizia
Por causa de um senão:
Também não existia.
Ou seja, era uma festa
Que tantos doidos faziam.
Mas só atrás de uma testa
Já que não existiam.
A testa do Nandinho
Que se contradizia
E não era um bocadinho,
Se bem que já existia.
Era esquizofrénico
E agora sem me rir,
Era neurasténico
E gostava era de existir.
Bem, vamos lá acabar:
Ele tinha a mania
De se pôr a inventar
E se calhar nem existia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)