Mas juro que hoje senti-me tentado a acreditar que quando virasse a esquina, ia ver a Arca de Noé.
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sexta-feira, outubro 8
sábado, setembro 18
Ah e tal, já cá canta mais um.
Garfield, meu fiel companheiro do envelhecimento, tens que começar a arranjar mais velas...
terça-feira, setembro 14
E *poof* já está
Começou. Quer dizer, começaram. As aulas, claro. Que outra coisa havia de ser, não é? Afinal sobre o que é que ainda ontem falei, aqui no blog, num post que deve ter debaixo deste? Hum, hum? Seus leitores desmiolados, esquecidos, era mesmo preciso eu estar a dizer o que é que começou? Não se lembram?
...
Onde é que eu ia? Não interessa. O que interessa é que a rotina voltou. E querem adivinhar qual foi a frase que mais ouvi hoje? Pois é, "nunca mais temos férias" é a campeã indiscutível.
Não acham isto incrível? É que eu acho, vocês não? A sério. Hoje é o PRIMEIRO dia de aulas. Há mais de 3 meses (3 meses!) que não tínhamos uma única aula. Começámos hoje, com aquelas aulinhas ranhosas, de apresentação (essa é outra, já lá vou), e já estão fartos?
Mas bem, não interessa, mudemos de assunto. As aulinhas ranhosas de apresentação, que eu referi ali atrás, são algo que... como é que eu hei-de explicar... é chegar e ouvir "Olá, o meu nome é *qualquer coisa* e vou ser o/a vosso/a professor/a de *qualquer coisa*.", decorar a cara do professor ou da professora em questão, para não nos baralharmos, e pronto, saímos.
Que engraçado. Será que o primeiro emprego também é assim? Hum... "Olá, eu sou o teu patrão, e vou-te pagar um ordenado ranhoso, que mal vai dar para almoçares. Se te portares bem, e me lamberes as botas com dedicação, pode ser que eu considere a remota hipótese de te promover ao posto acima, cujo ordenado já te vai garantir, no mínimo, uma folhinha de alface por refeição. Contente? Não me interessa. Vai mas é trabalhar."
Ok, talvez não.
sábado, agosto 28
terça-feira, junho 22
FÉRIAS!

É verdade sim senhor, eu estou de férias! Finalmente! Já não me lembro da última vez em que não tive absolutamente nada para fazer. Não tenho matéria para estudar para uns exames marados que nos fazem descer notas, não tenho que fazer trabalhos de casa, nem trabalhos grupo, nada.
Só tenho que arranjar forma de entreter nos próximos 3 meses. O que, sendo eu um gajo cheio de ideias, não me parece que seja algo muito difícil.
Ora vejamos: ando com a mania do Origami, e há por aí muita coisa interessante para fazer. Tenho um projecto bloguístico-literário, que ainda não passou da ideia. Tenho muita coisa para escrever, e muitos blogs para actualizar. Descobri que gosto de brincar com o Excel (sou doido, eu sei), e tenho muita coisa para inventar aí. Tenho ali uma pilha ("enorme!", diriam alguns) de livros para ler, que me vão ocupar algum tempo. Tenho vários jogos para jogar, e muitas pesquisas para fazer (sobre o quê? Não vos digo, muahahah).
Enfim, não posso dizer que me vá aborrecer... AH, e vou dormir. Vou dormir mesmo muito.
sábado, maio 8
segunda-feira, abril 26
Se há algo que acho incrível...

...é o facto de o ar condicionado não ser obrigatório em todas as casas. Ou pelo menos três dúzias de ventoinhas, algo assim. É que quer dizer, eu não acredito que sou a única pessoa encalorada num país com não sei quantos milhões de adeptos do Benfi... habitantes.
Porque isto é tudo muito bonito, começa a chegar o tempo frio, e "ai Minha Nossa Senhora da Agrela que não há Santa como Ela" se não tomarmos precauções, morremos todos. Mas quando é ao contrário, e chega o tempo quente, o pessoal acha que é só andar a tirar roupa até estarmos fresquinhos.
*pausa extremamente longa*
Desculpem, mas fui tomar banho, no entretanto. E nesse mesmo entretanto, reparei que sou maluquinho.
Então não é que estava a escrever um post sobre a importância das prevenções contra o calor, e como os ar-condicionados davam jeito, e não sei quê, faço uma pausa para ir tomar banho, e a primeira coisa que faço é pôr a água a ferver? Mas a ferver mesmo, não é aqueles "a ferver" a brincar, daqueles "ah e tal, que queima, ai ai", não, nada disso! Era daqueles "a ferver" que quase nos cozem vivos.
E sabe tão bem... Se bem que nos tempos de calor não é o mais indicado... Mas que querem, sou doido, lá está!
sexta-feira, abril 16
Dia 4: A que te deixa triste
Esta é uma daquelas canções que me deixa extremamente triste. Se já carregaram no play devem estar a olhar para o ecrã caras de parvos, a perguntar "Mas que raio?", mas é verdade. Deixa-me triste, não a música em si, mas o facto de ter ficado associado àquele filme com "pseudo-vampiros", o Crepúsculo.
É que é uma boa música, de uma boa banda, e ficou irremediavelmente ligada àquele filme. É pena, a sério que sim.
Outra coisa que me deixa triste (zangado? chateado? passado dos carretos?) é a chuva. Continua a chover. Eu sei que em "Abril, águas mil", mas não quero saber. Estamos na Primavera, já nos choveram 3 ou 4 oceanos em cima, durante o Inverno, e agora ainda temos que apanhar com estas trombas d'água? Já chega! Ainda por cima a chuva torna o meu blog repetitivo, queixo-me dela de 2 em 2 posts, ou coisa que o valha...
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terça-feira, abril 13
Cara Primavera...

Nós, grandes amigos que somos, não devemos esconder nada um do outro. E como tal, queria-te dizer aquilo que me passa agora pela cabeça (e a mais uns poucos milhões de portugueses). É o seguinte: é suposto tu começares dia 20 de Março, e acabares a 21 de Junho. Isso significa que andas por cá durante 3 meses e 1 dia. Sempre.
Ora, como é que eu hei-de dizer isto... Já estamos quase 1 mês dentro da tua época, e ainda não te vimos! Quer dizer, já tivemos uns vislumbres, mas nada mais. É que, adivinha, hoje voltou a chover. Já não nos bastava as cargas de água que apanhámos no Inverno, ainda nos queres dar tu umas poucas? Deves estar doida.
Isto é como quem diz "MAS TU ESTÁS A BRINCAR COMIGO?!?!", apenas de uma forma mais simpática. A sério. É que já conheces a chuva há, digamos, muito tempo (milhares de anos classifica-se como 'muito tempo', certo?), não precisas de estar agora a brincar com ela, qual brinquedo novo nas mãos de um puto. Por favor, porta-te bem, sim?
Chega de chuva. Nós até estamos dispostos a esquecer tudo isto, a limpar das nossas memórias que já estás quase com 1 mês de atraso, se voltares num intervalo não inferior a 1 dia, nem superior a 1 dia. Amanhã, entendes? Fazes isso, por nós? Vá, vamos acreditar que sim!
Atenciosamente
Rui Bastos (e mais uns poucos milhões de portugueses)
segunda-feira, abril 12
Dia 1: A Tua Música Preferida
E cá está, "Seven Nation Army", dos White Stripes. Jack White, o guitarrista desta banda (constituída apenas por ele e a ex-mulher), é, pura e simplesmente, um génio. Estão a ouvir aquele baixo, no início? É a guitarra dele.
Na minha opinião, melhor que isto... Só mesmo isto, mas mais alto!
Quanto a outros assuntos, hoje foi outro dia 1. O primeiro dia de escola do 3º período. O que quer dizer que estou um dia mais perto do final do 11º ano, que está mesmo aí pertinho! E também um dia mais perto dos malfadados exames, mas deixemos esses pormenores de fora...
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sábado, março 27
Férias?
Abro os olhos, devagarinho, ainda estremunhado, e esfrego-os, lentamente. Levanto-me, com um pulo estranhamente ágil para o meu estado de sono, e espreguiço-me. Olho e redor, e vejo que qualquer coisa está diferente. Ou melhor, não vejo, sinto.
Sinto como que uma ausência de algo, um vazio, uma liberdade. Começam a surgir memórias na minha mente, que me dizem que eu sei o que é isto, que já passei por isto, há muito muito tempo, mas não consigo precisar o que é. É como se... não tivesse nada para fazer.
Mas isso não pode ser, tenho tanta coisa da escola para fazer, desde trabalhos de casa a trabalhos de grupo, passando por estudar para testes e afins, que não é possível que não tenha nada para fazer. A não ser que... Mas não pode ser. Não pode. Não acredito.
Será que estou de férias? Oh graças ao Preguiçoso Supremo, é isso! FÉRIAS! Estou mesmo de férias! Já nem me lembrava da sensação, não sabia como era, parece que as últimas que tive foram há uma pequena eternidade. E se calhar até que foram...
Mas não interessa! Estou de férias!
Sinto como que uma ausência de algo, um vazio, uma liberdade. Começam a surgir memórias na minha mente, que me dizem que eu sei o que é isto, que já passei por isto, há muito muito tempo, mas não consigo precisar o que é. É como se... não tivesse nada para fazer.
Mas isso não pode ser, tenho tanta coisa da escola para fazer, desde trabalhos de casa a trabalhos de grupo, passando por estudar para testes e afins, que não é possível que não tenha nada para fazer. A não ser que... Mas não pode ser. Não pode. Não acredito.
Será que estou de férias? Oh graças ao Preguiçoso Supremo, é isso! FÉRIAS! Estou mesmo de férias! Já nem me lembrava da sensação, não sabia como era, parece que as últimas que tive foram há uma pequena eternidade. E se calhar até que foram...
Mas não interessa! Estou de férias!
segunda-feira, março 22
Pombo + Montra = Gargalhada
O pombo é um animal estúpido, nem vale a pena negar. Sim, tem o GPS incorporado, e isso tudo, mas a sério, é estúpido. A coisa que melhor sabe fazer é passear de um lado para o outro, à espera que alguém lhe atire pão. A maior parte já perdeu o medo das pessoas, mas ainda há muitos que levantam voo no momento exacto em que queremos passar pelo meio deles.
Mas aquilo que eu venho aqui contar, é uma cena que eu presenciei, nem há uma hora. Vinha eu da escola, viro a esquina, e vejo um pombo a levantar voo. Na direcção errada. BAM, em cheio no vidro de uma montra, de cabeça, que abanou duas ou três vezes, para depois dar meia-volta, e continuar o seu caminho, impávido e sereno.
Foi... Nem tenho palavras. Já alguma vez bateram contra uma porta de vidro, por ela estar tão limpa que não se vê? Foi tal e qual. PUM, cabeça no vidro, abanar a cabeça, e continuar o caminho. A diferença é que nós, pessoas, temos 1 de 2 reacções. Ou desatamos num chorrilho de asneiras capaz de desapontar qualquer mãe, ou desatamos à gargalhada. O pombo nem ai nem ui. Abanou a cabeça, e continuou.
Estúpido E cabeça dura. Que engraçado, faz-me lembrar tanta gente...
sábado, março 6
Chove. E chove. E chove mais um bocado.

Há uns dias para cá, se olho pela janela e não vejo chuva, faço uma festa. Eu não gosto de chuva, nunca gostei, talvez isso me faça suspeito para falar disto, mas a verdade é que já podia parar. Não, a sério. Não estamos na Amazónia. Lá é que chove todos os dias, não aqui. Somos um país climaticamente moderado. Nem muito calor (mentira!), nem muito frio (mentira!), nem muita chuva (mentira!), nem muito nada (MENTIRA!).
Talvez não seja bem assim, agora que penso nisso. Somos climaticamente moderados, em média. Quer dizer, os países do Norte tem o frio, o muito frio e o gelado. Os países africanos têm o quente, o muito quente e o impensavelmente quente. Nós temos desde o muito frio ao muito quente. Claro que quando o pessoal faz os estudos, para os países do Norte, vai-lhes dar, em média, muito frio. Para os países africanos, vais-lhes dar muito quente. Para nós, coitados, vai-lhes dar moderado. E pronto, essa ideia passa.
Mas não é bem verdade. Somos um país moderado a nível de clima porque passamos de um extremo ao outro. No pico do Verão mal se consegue sair à rua, tal é o calor. No pico do Inverno, mal se consegue sair de casa, pois há portas que congelam. E temos alturas como esta. Em que chove, chove, chove. Se bem que já há muito tempo que não chovia tanto, durante tanto tempo. Acho que foi só para sermos solidários com o resto do mundo: "ena pá, tanta catástrofe... 'bora lá ter um bocadito de chuva!". E pronto.
Claro que agora, só para gozar comigo, parou de chover. Está sol. Vai-te lixar tempo, vai-te lixar.
sexta-feira, fevereiro 19
Epopeia Matinal

Acordam-me. Resmungo, como resposta. Abanam-me. Levanto-me, resignado, de olhos ainda fechados. Calço os chinelos, e vou tomar banho. Oh, o horror que me parece ser essa caminhada. Um corredor infernal, aparentemente sem fim, cheio de obstáculos que estão para o meu corpo como o Obélix está para os romanos.
Ainda envolto pelo torpor de alguém acabado de acordar, nada disso me afecta grande coisa. Caminho, sem dó nem piedade, ao longo daquele corredor, qual Benfica a atravessar a defesa do Vitória de Setúbal, na primeira volta. Tomo o banho que me despoja de todo o meu glorioso odor masculino, e volto para o quarto, para me vestir.
Oh, a indecisão! O que visto agora?!? Será que esta camisola combina com estes ténis? Será que estas meias ficarão bem com estas calças? Será que estes ténis ainda estão na moda? Oh por amor ao Preguiçoso Supremo, que faço eu agora? Não sei o que vestir, tantas hipóteses, tanta coisa, não sei o que escolher? E se chove? E se fica calor? E se não gostarem? E se me fica mal? Ah, já sei... Fim de ironia.
É algo mais deste género: Calças? As que saírem. Camisola? Tanto faz. Ténis? Os que estiverem mais à mão. E poof, estou vestido. Altura do pequeno-almoço.
Chocolate. Leite. 1 minuto e 15 segundos. Qualquer coisa para acompanhar, e está o pequeno-almoço pronto. E penso sempre, mas sempre, porque é que dizemos que estamos a "tomar o pequeno-almoço", e não a "pequeno-almoçar"...
Pequeno-almoço tomado, é altura de ir lavar os dentes, o que, só por si, podia ser uma epopeia. Usar o escovilhão, a pasta de dentes, pôr os elásticos... Enfim, o que vale é que a seguir a isso estou pronto para sair.
A não ser que me tenha esquecido de alguma coisa. O que acontece com mais frequência do que aquilo que eu gostava.
quarta-feira, novembro 25
Para ler no fim: Eu sei!

Hoje choveu. E não foi assim tão pouco quanto isso. E eu não gosto de chuva. E muito menos de me molhar. Como deve ser fácil de imaginar, hoje foi daqueles dias em que andar na rua foi algo extremamente desagradável.
Para ajudar à festa, ainda tive que andar de metro, a uma determinada hora em que aquilo estava a abarrotar. E eu não gosto de multidões.
Eu sei que parece que a culpa é minha, eu é que não gosto de muita coisa, mas a verdade é que todos nós temos ódios de estimação, eu tenho o azar de ter uns que facilmente acontecem ao mesmo tempo.
Mas... mas... mas... houve algo que me fez rir interiormente o suficiente para ganhar o dia... Sabem qual é a sensação de ver um maluco a caminhar rua abaixo com a braguilha aberta, e algo a espreitar cá para fora, que não deveria estar cá para fora de maneira nenhuma!?!?!?
domingo, outubro 25
terça-feira, outubro 13
sábado, outubro 10
Sim, é verdade...

Eu rendi-me à moda. Tenho um canal no Twitter. Mas podem estar descansados que não me vou contrariar, a minha opinião continua a mesma.
O uso que eu vou dar ao Twitter, não vai ser usá-lo em vez do blog. Vai ser, em vez disso, fazer publicidade ao blog, e claro, conversar, e saber as novidades.
Claro que não estou interessado em saber quantas vezes é que o Presidente da República vai à casa-de-banho, ou ler as inflamadas discussões entre os amantes de Coca-cola e os adoradores de Pepsi. Nada disso.
Tenho que admitir que isto tem a sua utilidade. Pelo que estou a ver, é uma espécie de caldeirada de MSN, com sala pública de chat, com secção de comentários ao perfil do Hi5. É uma grande salganhada.
Mas sei as novidades das editoras e tal...
sábado, setembro 26
Muita parra e muita uva

5 horas na vida de um "vindimadeiro", é aquilo que eu vos vou contar. Imaginem chegar cedo (não suficientemente cedo, segundo os verdadeiros "vindimadeiros") ao local propriamente dito, e ver uma larga extensão coberta de videiras. Que é como quem diz, uma larga extensão coberta de carradas de resmas de trabalho.
E, atenção, não é um trabalho qualquer!
É difícil, pois temos que procurar as uvas no meio de tanta parra (só hoje é que percebi o que é a parra). Eu ainda sugeri arranjar um UVS - Uva Positioning System, mas, não sei porquê, foi uma ideia que não foi a lado nenhum.
É extremamente competitivo, pois quando temos duas pessoas a vindimar perto uma da outra, torna-se quase um combate para ver quem é que fica com o balde mais perto, ou quem chega primeiro às uvas, ou quem enche primeiro o balde. É assustador.
É cansativo. Aliás, fez-me perceber que eu sou definitivamente um "menino da cidade", e que nunca na vida daria para agricultor. Quer dizer, meia hora naquilo, e já chamava pelos comunistas para virem defender o proletariado!
Dá mesmo muito trabalho. O trabalho que dá não compensa, prefiro manter-me na coca-cola, que dá muito menos trabalho. Metessem todos os bêbados deste país a vindimar, e logo viam se queriam continuar bêbados, depois de verem o trabalho que aquilo dá. Ou isso, ou desenvolviam um novo tipo de bebedeira, em que, impacientes, dispensavam os intermediários, e iam buscar o vinho directamente da fonte.
Ah, e já falei na parte do acartamento de baldes? É giro. É sim senhor. Quando estamos a ver os outros a fazê-lo. Já quando nos toca a nós... é outra história.
Só me falta mesmo falar do silêncio. Havia alturas em que até me arrepiava todo. Aquilo é que se chamava um silêncio ensurdecedor. Não havia carros, nem pessoas, nada. Parecia "As Tardes da Júlia", sem a Júlia. Silêncio.
E pronto, foi cansativo, trabalhei mais do que habitualmente num mês inteiro, fiquei com as mãos feridas, arranhei uma perna, emporcalhei-me todo, mas, lá no fundo, teve a sua piada. Lá bem no fundo, profundamente enterrada debaixo do cansaço, dentro de um caixão de sujidade, mas teve-a.
sexta-feira, setembro 18
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