terça-feira, janeiro 13

Já tinham pensado nisto?

Para que servem as torneiras nas casas-de-banho? Pergunta estúpida certo? Para lavar as mãos está claro.

Mas então imaginem uma casa de banho. Agora imaginem que alguém lá vai fazer as suas necessidades. Mexe e remexe, e suja, e faz a necessidade. Vai até à torneira e liga a torneira, lava as mãos, fecha a torneira, seca as mãos e pisga-se.

Agora vejam lá bem. Lavam as mãos depois das necessidades. Mas também é depois de tocarem nas torneiras. Ou seja, uma pessoa que vá à casa de banho, basicamente antes de lavar as mãos passa parte da sujidade para a torneira. Ora a pessoa que lá vai a seguir... 

MAS CA GANDA NOJO!

sábado, janeiro 10

Morangos com Açúcar... a mais

Uma série, no minimo... longa. As 50 primeiras séries até tiveram alguma piada... depois disso é demais. Pronto talvez esteja a exagerar um bocadinho, mas enjoa de qualquer maneira. Sempre a mesma história, com alguns pormenores, personagens e um desporto diferente. Ah e uma banda ou algum gajo que canta por cada série. O que não ajuda nada. Ainda se soubessem cantar. Mas nem isso. Têm umas caras larocas e vão com sorte. E nas séries de Verão, limitam-se a repetir as histórias, mas com menos roupa. Ou seja após cerca de 6 séries, 6 de Natal e 5 ou 6 de Verão... A história começa a enjoar. Já estava na altura de mudarem alguma coisa de jeito. Sei lá... o nome só para começarem. Morangos com Açúcar Extremamente Enjoativos. Depois arranjavam actores a sério para protagonistas. É que até que têm alguns actores a sério. Mas metem-nos em papéis secundários. Depois para protagonistas arranjam a primeira carinha relativamente bonitinha.

Ah e a história. Podiam era mudar isso. Gajo gosta de gaja, mas gaja trai gajo com melhor amigo de gajo, depois gajo e gaja descobrem que são irmãos, mas afinal são só primos afastados, depois gajo começa a namorar com gaja 2, e gaja fica furiosa por isso volta para o melhor amigo de gajo, e no final acaba o melhor amigo de gajo a namorar com gaja 2, e o gajo casado com a gaja. As únicas grandes diferenças é que uns são surfistas e outros são skaters, e os a seguir gostam de motas. É sempre a mesma coisa.

sexta-feira, janeiro 9

CHERUB



Este post vai ser dedicado a 4 livros. Porquê? Porque são da mesma colecção, por isso ao apresentá-los todos ao mesmo tempo, é mais fácil falar deles, e dá menos trabalho do que escrever um post para cada 1. Bem, então cá vai.

Esta colecção começa com 'O Recruta', onde conhecemos o protagonista, James, que vive com a sua irmã, Lauren, e a sua mãe, uma mulher obesa que dirige um gangue de assaltantes a partir do sofá de sua casa. Só que um dia a mãe de James e Lauren, morre, e eles são levados para uma casa de acolhimento. James mete-se nalguns sarilhos, por andar com más companhias, até que um dia acorda num quarto espectacular. O seu colega de quarto na casa de acolhimento pertencia a uma associação secreta, o ramo infantil do MI5 (serviços secretos britânicos), a CHERUB, e tinha-o recomendado para pertencer à organização. James foi então drogado e levado para o tal quarto espectacular na sede da CHERUB. Fica lá a trabalhar como agente, mas não antes de passar por uma recruta. Recruta essa que é dificilima claro. Mas James consegue passá-la e é promovido a agente da CHERUB.

No segundo livro 'O Traficante', James e mais 3 agentes, juntamente com 2 coordenadores de missões e o seu filho, vão viver para um bairro problemático, de modo a que os 4 agentes se infiltrem e façam amizade com os filhos de um grande traficante de droga. Quase no final, James acaba por matar um homem.

No terceiro livro, 'Segurança Máxima', James juntamente com outro agente infiltram-se numa prisão juvenil de segurança máxima para que em conjunto com Lauren (que entrentanto fez a recruta e se formou como agente, tal como James) ajudem um dos prisioneiros a fugir, de maneira a encontrarem a mãe desse prisioneiro, uma contrabandista de sucesso, à muito procurada pelas autoridades.

No quarto livro, 'O Golpe', James começa com uma missão simples, de rotina com outro agente, o de levar à prisão um criminoso de pouca importância, mas descobrem que aquilo tem muito que se lhe diga, com assassínios, policías corruptos e esquemas marados de roubos a um casino pelo meio.

Há mais livros, mas só em inglês. Cerca de 10, com outros 2 já anunciados. Em Portugal, infelizmente, só mesmo estes 4. Mas bem aconselho, são bons, têm uma leitura fácil, e a história prende-nos logo desde o início.

P.S. - Não sei se já repararam, mas eu tinha dito 5 posts e afinal são só 4... sabem como é a lazyness vence sempre.

quarta-feira, janeiro 7

Vagas de fogo

Espectacular. Simplesmente espectacular. Aliás como qualquer livro das 'Crónicas de Allaryia'. É claro que sou um bocado suspeito, uma vez que são os meus livros preferidos, mas pronto. Ah, não confundam com as 'Crónicas de Nárnia' de C. S. Lewis. Estas são as 'Crónicas' mas de 'Allaryia' e são escritas por Filipe Faria. Um português. High-fantasy escrita por um português. Este género já não tem grande saída em Portugal, então escrita por um português, esqueçam lá. Mas tem-se safado bem. Vai em cinco livros, vêm lá mais uns dois.

Passemos à história. Tudo começa na 'A Manopla de Karasthan', onde um príncipe revoltado, Aewyre, foge do castelo com a espada do desaparecido pai, arrastando ainda consigo o conselheiro da corte, e o seu tutor, Allumno, um mágico com uma gema encrustada na testa que contém o espírito do arqui-mago Zoryan. Pelo caminho reúnem um grupo de amigos. A princesa Lhiannah e o seu tutor, um thuragar (nem tentem perceber as raças, têm que ler os livros) chamado Worick, encontram um velho amigo de Aewyre, um eahan das montanhas chamado Quenestil (o ruivo com cara de mau ali da capa), que viajava com um grupo de companheiros, eahans também, e que tinham resgatado um antroleo (o último dos shakarex, mas esqueçam, é só mesmo para vos chatear com nomes que não percebem), Babaki, que também se junta a eles. Encontram ainda um burrik, Taislin, que lhes tenta roubar coisas, mas é apanhado, e mostra-se arrependido, Lhiannah derrete-se toda com a cara de menino dele (embora não fosse uma criança, apenas parecesse) e pede para o deixarem ficar com o grupo, que passado uns momentos de deliberação conjunta, cede. Por fim três eahannoirs atacam o grupo, sendo dois deles mortos por Quenestil e a terceira, Slayra, é capturada e mantida com o grupo. Continuam lá nas suas cruzadas por Allaryia e tal (são cinco livros, todos para cima de quinhentas páginas, como devem imaginar tenho mais que fazer do que escrever aqui a história toda) até chegarmos a este livro. Babaki entretanto morreu no segundo livro, e o grupo encontra-se completamente separado com Quenestil e Slayra (apaixonaram-se entretanto) numa longa viagem com um grupo de eahlan e um siruliano, Deadan; Allumno numa missão de erradicar os feiticeiros que demonstrem inclinações para o lado negro, de novo desperto por Seltor, o filho de Luris (uma das três primeiras Entidades) e de Culpa (que anda à procura de Aewyre para o matar); Aewyre e Kror (um drahreg que partilha a Essência da Lâmina com Aewyre) numa viagem com Layaline e Làrianna, uma mulher da nação de Laone, e a sua filha, de volta a Ul-Thoryn (a cidade de onde Aewyre e Allumno saíram logo no inicio, esqueci-me disso); Lhiannah presa em Ul-Thoryn, Worick igualmente preso em Ul-Thoryn mas gravemente ferido, e Taislin a trabalhar como rateiro para o castelo de Ul-Thoryn enquanto procura uma maneira de safar os dois amigos.

Como devem ter reparado o meu gosto por estes livros está bem explicito neste post, entusiasmei-me e nunca mais parei de escrever. A minha vontade era escrever a história toda, mas isto é só sobre o quinto livro, já chega! Mais alguma coisa, leiam, está mais do que aconselhado! Além da história simplesmente fascinante, os cenários estão brilhantemente descritos (demasiado brilhantemente até). Só tem um pequeno problema. A linguagem. É que vem ali com cada palavrão! Não asneiras claro, mas palavras complicadas. Mas é que com cada uma que mete medo. Mas percebe-se bem na generalidade e é simplesmente espectacular de ler. Até agora há cinco livros, 'A Manopla de Karasthan'; 'Os Filhos do Flagelo'; 'Marés Negras'; 'A Essência da Lâmina'; e este, 'Vagas de Fogo'. Vem a caminho o sexto, chamado 'Fados da Sombra' ou uma coisa parecida, ainda está em estudo.

Já referi que nos primeiros dois livros temos a impressão de que Allaryia não passa de um ringue de boxe com uma história da criação?

segunda-feira, janeiro 5

Os Contos de Beedle o Bardo

Escrito por J. K. Rowling, a célebre autora de 'Harry Potter', não é mau, tem histórias engraçadas, e os comentários de Albus Dumbledore (o director da escola de Hogwarts, até ao 6º livro, onde morreu) e que deixou como testamento a Hermione Granger (a amiga de Harry Potter) este mesmo livro, dão-lhe um toque de... não sei o quê, mas dão. Ao lermos que Dumbledore deixou este livro como testamento a Hermione, e depois ele ser publicado, dando-nos assim a possibilidade de o lermos, é algo de espectacular. Depois tem os pequenos pormenores, como uma pequena frase numa das primeiras folhas, debaixo do título 'Traduzido das runas originais por Hermione Granger'; e os comentários de Dumbledore acima referidos, dão-lhe o tal toque de não sei o quê.

Como em qualquer livro de Harry Potter, vemos a influência portuguesa, causada pelo casamento da autora com um português, e do tempo que cá passou, bem como alguns livros terem sido em parte escritos em Portugal. Neste livro é a capa que chama mais a atenção para isso. Ora vejam lá bem. Não vos faz lembrar um azulejo daqueles à là tuga? Pois é, pois é... Portugal e os portugueses estão sempre presentes nos livros de Harry Potter, normalmente em pequenos pormenores, e este livro não escapa à regra.

E bem... cá fica, não tenho muito mais a dizer do livro. Apenas que é bom e aconselho, especialmente a fãs de Harry Potter.

domingo, janeiro 4

Dois Anos de Férias

Um livro de Júlio Verne, um dos mais brilhantes escritores de todos os tempos. Desde prever o futuro, a fazer com que coisas que dificilmente aconteceriam na vida real, pareçam verdadeiras. Neste caso, um grupo de crianças entre os nove e os catorze anos, perde-se em alto-mar. Sem mais ninguém a bordo. Encalham numa ilha deserta, e passam lá dois anos sem qualquer contacto com a civilização, ou sem saberem muito bem onde estão. Mas caçam, pescam, organizam aulas, cozinham, têm festa de Natal, uma capoeira, arranjam uns animais parecidos com cavalos, e tudo aquilo que precisam, arranjam. Chá, comida, água doce, uma maneira de substituir o sal, enfim, montes de coisas.

Até elegem um chefe! E durante aquela curta estadia, têm dois, um para cada ano. Um dia descobrem que aquela ilha já tinha sido habitada por alguém, um náufrago francês. Descobrem o seu diário, o que os mete a pensar. Este náufrago encalhou nesta ilha também, e esteve cá uma data de anos e acabou por morrer sem conseguir sair da ilha. Como é que um grupo de crianças vai conseguir?

Pois é, um grande dilema. É então que há uma ruptura e um pequeno grupo deles decide separar-se do resto do grupo e ir viver para a outra ponta da ilha. Esse grupo revoltado descobre que chegaram mais pessoas à ilha, e decide voltar para ao pé dos outros. Enquanto isso, o grupo principal encontra uma mulher, uma das pessoas que chegou de novo à ilha. E... não vou continuar. Já contei a história quase toda, se quiserem saber mais leiam o livro.

Fiquem antes com uma dúvida (outra) que também me tem vindo a chatear:

'O Super-Homem muda de roupa na cabine telefónica, mas nunca a vai lá buscar... Será que tem um stock ilimitado de roupa?'

sábado, janeiro 3

Voltei

Voltei das minhas fériazinhas, e está quase tudo a voltar ao normal. As aulas começam daqui a dois dias. Continua a chov... espera... AULAS? Já? Pois é, já me tinha esquecido... tenho que ir para as aulas. Ainda agora se acabaram as férias e já me querem pôr nas aulas... incrível... bem que me podiam dar umas férias das férias, assim um período de transição entre as férias e as aulas.

Mas pensando bem nisso, não era lá muito boa ideia, depois toda a gente ia querer mais um período de transição entre uma coisa e outra e não sei quê, e ás tantas, bem vistas as coisas, tinhamos três dias de aulas para o resto do tempo de férias. E eu também não queria isso. Nem ninguém. Sim, ninguém gosta de escola, mas ninguém se aguenta sem ela.

Mas bem isto não interessa, o que interessa é que já tenho cinco posts assegurados sem ter que pensar muito. Desde que me fui embora, até hoje li cinco livros. Eu sei que parece muito, mas não tinha mais nada para fazer...

E já chega, não tenho muito mais para dizer, ficam a saber que vêm lá cinco posts de livros. Ah! e um da 'Preguiça'. Pelo menos um que já o tenho meio pensado.

Fiquem com uma dúvida que me tem vindo a azucrinar o juízo nestas férias:

'Porque chamamos "verduras" a todos legumes, se nem todos os legumes são verdes?'