sábado, maio 16

Twitter

A controvérsia bloguista do momento. O Twitter. E o que ele está a fazer aos blogs. Sem dúvida um conceito inovador, quase como um blog, mas com posts limitados a 140 caracteres, e que se pode actualizar a partir de um telemóvel, ou a qualquer altura no browser a partir de uma barra de ferramentas especial. Muitos dizem que que ele está a matar os blogs. Que, por uma questão de comodismo, o Twitter está lentamente a levar ao abandono de blogs. E é verdade, é muito mais prático, depois de um dia cansativo, escrever 140 caracteres, do que um texto a sério, como os que são normalmente esperados num blog. Eu concordo com parte disto. Leva ao abandono de blogs, sim. Mas isso não é necessariamente uma coisa má.

Ora vejamos, o Twitter tem uma opção para o integrarmos nos nossos blogs ou sites, e sempre que escrevemos lá alguma coisa, essa coisa aparece escrita nessa área onde ele foi integrado. Um bom complemento para um blog ou um site portanto. Só que as pessoas deixam de escrever nos blogs, e passam unicamente a escrever no Twitter. Há quem veja isso como uma coisa má, eu acho espectacular. O Twitter não está a matar o universo bloguista. Está a afiná-lo. Num blog escrevemos o que pensamos, sem limites de palavras, sem termos que pensar se já estamos a escrever muito e não vamos ter espaço. No Twitter temos que ter isso em conta. E os posts do Twitter saem normalmente qualquer coisa do género 'A cozinhar', 'Aflitinho, vou à casa de banho', 'Acabou-se o papel higiénico! E agora?!?'.

Será que há assim tanta gente interessada em saber, de 20 em 20 segundos, o que estamos a fazer? É que nem dá tempo para ler tudo, largamos o computador por 20 minutos, e já toda a gente escreveu uns 40 posts no Twitter. Por estas e por outras, eu digo que quem gosta de escrever, os verdadeiros bloggers, não se mudam totalmente para o Twitter. Quem o fizer, é porque não faz falta nos blogs, e está bem é longe disto, no Twitter, a descrever o seu percurso da sala até à cozinha, em tempo real.

Twitter, um perigo, uma ameaça para os blogs, uma desgraça para o universo bloguista? Nem pensar. Uma ajuda, uma limpeza nos blogs, um filtro no universo bloguista? Completamente.

sexta-feira, maio 15

É que nem merecia este post...


Este post vai ser dedicado, não a 1, mas a 2... montes de papel com letras. A história é... claramente copiada de outros livros, desde Senhor dos Anéis, a Eragon. E o que não é claramente copiado, mostra uma falta de originalidade fora do normal. Os diálogos são dolorosos de se ler, e o gajo tem aquela mania de escrever as gargalhadas nos diálogos: '- Ah ah ah ah ah!' É parvo.

Depois as personagens ganham poderes assim do nada, numa página estão a aprender a fazer um projéctil de médio tamanho, na página seguinte já disparam os enormes às carradas. São mais 2 daqueles livros, que só existem por uma cunhazita, pois qualidade só se for a da capa.

Sinceramente, é tão mau, que nem sei bem o que dizer. Mas acho que uma palavra descreve bem aquilo que isto significa para mim:

LIXO!

quinta-feira, maio 14

Peço desculpa se a carapuça servir...

Os burros são daqueles animais que ainda não estão em vias de extinção.

Cada vez entram mais para as escolas.

quarta-feira, maio 13

E depois de Quique?


Até agora, o mais provável é ser Jorge Jesus, o actual treinador do Sporting de Braga, a vir parar ao Benfica.

Será que faz milagres, como o outro Jesus? É que o Benfica bem precisava. De muitos.

terça-feira, maio 12

Um pequeno esclarecimento


Porque é que já acabei de ler 'A Demanda do Talismã' e ainda não postei aqui a minha crítica? É fácil: tanto esse, como a sua sequela, 'A Grande Batalha' são livros com um nível de material rasca tão elevado, que decidi que não valia a pena gastar 2 posts para os deitar abaixo. Basta 1. Mas eu não sei por que é que estava à espera que fosse melhor...

Quer dizer, olhem-me ali para o autor, o André Amaral. É um croquetezinho com cabelo de gaja, riso forçado para a foto, e cuja cabeça tem exactamente a mesma largura que o seu pescoço (o que é apenas assustador, parece um pescoço com cabelo)!

Escreveu o primeiro livro com 13 anos. A sério, por mais talentoso que se seja, com 13 anos não se escreve um livro. Só mesmo se se for sobredotado. O que não é o caso. A sério. Quando há falas do género: '-E o que é que vais fazer com essa espada? Matar-me? Ah ah ah ah ah!', o escritor não pode ser sobredotado. Nem ter qualquer domínio sobre a língua portuguesa e a arte de escrever.

segunda-feira, maio 11

Mas celebram o quê?


O Porto é tetracampeão. E está tudo farto de celebrar. Mas ainda não percebi qual é a piada. A sério. Ficaram a uma carrada de pontos do 2º classificado, o Sporting, e a uma carrada ainda maior do 3º classificado, o Benfica. E isso é digno de festejar? Não me parece. Será que alguém ficou surpreendido de o campeonato acabar assim? Também não me parece.

Eu vejo isto assim, nesta altura, o Porto andar a jogar no campeonato português, é como o Usain Bolt participar numa corrida com os utentes de um Centro de Fisioterapia...

sábado, maio 9

Mais um

E lá se abriu outro centro comercial. Ainda por cima este é o maior da Europa (e, atenção, o maior de Portugal!) ou coisa que o valha. Mas será que é mesmo preciso outro centro comercial? Não chegavam já os 4 que por aqui há?

É que quer dizer, agora temos 5 centros comerciais, todos a menos de 30 minutos de distância uns dos outros. Eu acho que é puro desperdício, é desnecessário.

Mas também, quero lá saber, mais um, menos um, quem fica a ganhar sou eu. E como qualquer outra pessoa, quero é lá ir estrear aquilo, por isso, quem sou eu para estar aqui a falar mal?

(Continuo a achar um desperdício, mas um desperdício com as suas vantagens...)

quarta-feira, maio 6

Esteiros

Bem, o que é que eu hei de dizer... É um livro tão interessante como ver o 'Você na TV' de trás para a frente. É que desta vez, nem a escrita me interessou minimamente. Talvez o eu ter uma edição de 1974, em que sozinho ainda se escreve 'sòzinho', o que é estranho, mas pronto.

Basicamente, a história é sobre um bando de miúdos maltrapilhos que... pronto, fazem coisas de miúdos maltrapilhos. Roubam fruta aos agricultores, tentam arranjar trabalho de vez em quando para ganharem uns trocos, andam à porrada, fazem porcaria, jogam à bola, discutem entre si, ajudam-se uns aos outros, andam a pedir esmola, e sonham com belos futuros que não chegam.

Gaitinhas, o cantor, Sagui o viajante, Maquinetas, o puto 'com jeito para serralheiro', Malesso, o puto que morre lá para o meio do livro, Gineto, o pequeno criminoso com um bom coração, Cocas, o aleijadinho. Acho que estão aí todos os rapazes do grupo. Se me faltar algum é porque não era muito importante. Quer dizer, nenhum deles era. Gaitinhas não passa de um miúdo chorão, que não faz mais nada a não ser cantar e chorar; Sagui passa a vida a contar as suas histórias de viagem, gabando-se de como é viajado, e no fim pisga-se; Maquinetas quer é andar nas máquinas na Fábrica Grande, mas não consegue, e acaba por se tornar num sacana; Malesso, que... bem, que morre; Gineto, o líder da quadrilha e o principal organizador dos assaltos; Cocas, que anda por ali a coxear; são estas as personagens principais.

Resumindo, o que é que eu achei? Não presta.

segunda-feira, maio 4

Crimes contra a Humanidade [3]

Filosofia. Entre as 8h15 e as 9h45 da manhã. Não é apenas crime, é simplesmente errado. Alguém me explica o que raio me interessa, às 9 da manhã, que o Aristóteles fosse a favor da existência do Estado? Ou que o John Locke visse as leis como uma medida preventiva contra aqueles que não tivessem educação cívica? NADA! Quer dizer, eu também penso que se nos refeitórios das escolas se pudesse optar entre carne e peixe, toda a sociedade funcionava melhor, mas eu não ando para aí a chatear adolescentes meio adormecidos com isso, pois não?

Bem me parecia. Quer dizer, não é que eu não goste de Filosofia. Apenas não gosto quando ela interrompe a minha fase zombie-acabadinho-de-acordar-pós-sono. Ainda estou a pensar no bem que me soube o pequeno-almoço, e já tenho um stôr a perguntar-me 'E o que é que Kant chamava de imperativo categórico? E como já devias ter visto, como é que relacionamos isso com os três tipos de acções que Kant defendeu?'

Claro que a mim, tão cedo, isto me soa qualquer coisa do género 'E bla bla bla Kant bla bla bla bla? E bla bla devias ter visto, bla bla bla bla os três bla bla bla que Kant defendeu.' Como é óbvio, fico assim um bocado estremunhado a olhar para o homem e a pensar 'Mas que raio... Numa aula de Filosofia, este gajo vem-me praqui falar de futebol?!?' Acabo por dizer 'Podia repetir a pergunta se faz favor?', o stôr dá-me um ligeiro sermão por causa da minha desatenção, e nesse momento, a voz dele fica difusa, e só percebo bla bla bla bla bla bla.

Por isso, a culpa das más prestações dos alunos a Filosofia, deve-se, única e exclusivamente, aos (pouco) inteligentes que a puseram tão cedo.

domingo, maio 3

Estão a acabar...!


Amanhã já há aulas!