sábado, janeiro 24

Negócios

Desde lojas de chineses, até lojas de indianos, passando pelos vendedores de pensos monhés. Hoje vi de tudo.

Acordei cedinho (raios parta) ainda o meu relógio biológico dizia: 'Dormir Profundamente', para ir fazer análises. Agulha entra, agulha sai, estou fora dali. Como fui em jejum para propósitos de sacar sangue sem interferências, fui a um café tomar o belo do pequeno-almoço. Quase de saída aparece o tal monhé, mas em vez de flores é pensos: 'Quer pensô?'. Um abanar de cabeça negativo, ele passa ao próximo e eu pisgo-me.

Passo por uma loja de chineses para comprar umas coisas e, como sempre, a sensação de Big Brother vezes 10 entra em acção. Isto de 2 ou 3 câmaras por metro quadrado, com dois enormes monitores pendurados a mostrar a loja de todos os cantos possíveis e imaginários, e os chineses a olharem por cima do nosso ombro: 'Tu não loubal celto? Se tu loubal eu buscal katana pala coltal cabeça a tu!'. Compro o que é preciso e vou-me embora.

Já quase em casa, loja de indianos. Não entrei, mas pelo cheiro aquilo tinha de certeza qualquer coisa radioactiva morta lá dentro. É que era um pivete indescritível.

Mas, finalmente, lá consegui chegar a casa, relativamente são e salvo (o meu nariz nunca mais vai ser o mesmo).

3 comentários:

miguel disse...

lol!ker pensô?!

Anónimo disse...

enfim, chineses e monhés de uma figa xP

ass.: Inês Paulo

van der Woodsen disse...

uma vez entrei numa loja de chineses com uns amigos...

tavamos a ver umas cuecas que diziam: "let's play the game" quando o chinoca se vira e fala:

HEY! CLIANÇA, CLIANÇA, VAI ROUBLALE OU VAI COMPLALE??